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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Viva o Presidente da Republica, Aníbal Cavaco Silva

Declaração do Presidente da República
Palácio de Belém, 29 de Setembro de 2009

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Festa da Abóbora

Festa da Abóbora «Guarda»

Unindo as tradições do Halloween recentemente adoptadas em Portugal, onde a abóbora assume um papel de figura principal com a época das colheitas e fartura na nossa região onde este legume abunda, vem a Quinta da Maúnça da Câmara Municipal da Guarda organizar este ano a grande festa da abóbora. Este evento terá lugar nas ruas da nossa cidade nos dias 2 e 3 de Novembro enchendo de magia e cor estes dias onde as culturas ancestrais e a moda radical se misturam numa explosão de alegria!

Câmara Municipal da Guarda
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Festa da Abóbora e Dia das Bruxas ''Ampliar''
Guarda
Festa da Abóbora e Dia das Bruxas

A cidade da Guarda está a assinalar hoje, dia dois de Novembro, o dia das Bruxas, na Festa da Abóbora, que termina amanhã.

A Festa da Abóbora, que decorre hoje, dia dois de Novembro e amanhã, na Guarda, organizada pela Câmara da Guarda e pela Quinta da Maúnça, está a realizar-se nas ruas da cidade, com a abóbora a assumir papel principal.

A festa alia a tradição do Dia das Bruxas aos produtos regionais, que estão à venda na praça Luís de Camões, das 18h00 às 24h00. O desfile das bruxas e o Fogo das Almas, estão marcados para as 21h00, na praça velha, com música ambiente durante todo o evento.

Amanhã, dia três, realiza-se, no mercado municipal, uma mini-feira agrícola, das 07h00 às 18h00, na Praça Velha, ao longo do dia, decorre uma exposição e um concurso de abóboras, com animação de rua, com bombos, ranchos, concertinas e o grupo de cantares da Arrifana.

02.11.2007
«Guia da Cidade» Festa da Abóbora e Dia das Bruxas

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Lançamento do Sputnik foi há 50 anos

"Rádio «Rádio Renascença» Emissão de 04-10-2007"
SECÇÃO: Internacional

Espaço

O Mundo assinala hoje o 50º. aniversário do lançamento do primeiro satélite na órbita da Terra.
Rádio Renascença
Era uma esfera do tamanho de uma bola de basquetebol, lançado no espaço pela então União Soviética e baptizado como “Sputnik”.

Assim que o Sputnik foi lançado na órbita terrestre, conquistou o seu lugar na história da Humanidade e revolucionou por completo a corrida ao espaço.

O Professor Carvalho Rodrigues, conhecido como "pai" do primeiro satélite português, o Po-Sat, salienta, em declarações à Renascença, a importância deste dia na vida de todos nós. “Não haveria telemóveis nem conversas de telefone, a Rádio Renascença não seria ouvida no mundo inteiro, não existiria Internet, não existiria Multibanco. A vida de todos nós seria mais limitada”.
Rádio Renascença






“
Reproduzido com a devida autorização”

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Orquestra Ligeira de Vagos

Dias 1 e 4 de Outubro no CER: Orquestra Ligeira apresenta 1º CD

VideoClip - Fame

"VideoClip do Album "Primeiro Take" da Orquestra Ligeira de Vagos! Mais musica em www.myspace.com/olvagos" - From: c7b9

Album ''Primeiro Take'' - Orquestra Ligeira de VagosBand Members:

Flauta/Flautim: Joana Martinez | Flautas: Rita Reigota, Gonçalo Carvalho | Clarinetes: Daniel Maria, Daniela Ramalho, Clara Margaça | Sax Soprano: Andreia Tavares | Saxes Altos: Luís Santiago, Samuel Ferreira, Rafael Santos | Saxes Tenores: Carlos Mota, Paulo Gravato | Sax Barítono: Pablo Ferreira | Trompetes: Rui Pedro, Roger, Daniel Cardoso, Carlos Almeida | Trompa: Fábio Rocha | Trombones: Juan Mano, Carlos Yoberty, Leonel Ruivo | Bombardino: André Sousa | Baixo Eléctrico: Filipe Teixeira | Bateria/percursões: André Silva, Ricardo Barcelos, Samuel Ferraz

MySpace URL: http://www.myspace.com/olvagos

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*A Orquestra Ligeira de Vagos prepara-se para lançar, oficialmente, nos próximos dias 1 (Dia Mundial da Música) e 4 de Outubro, o seu primeiro trabalho discográfico. A apresentação será feita, pelas 21h30, no auditório do Centro de Educação e Recreio de Vagos e permitirá ouvir interpretações de grandes clássicos nacionais e estrangeiros.

Criada em Março de 2005, a Orquestra Ligeira conta com 25 elementos e Direcção Musical a cargo de João Martins. O “Primeiro Take”, assim se intitula o trabalho, apresenta um repertório versátil que permite uma viagem por rotas musicais tão dispersas como o Pop, Rock, Jazz, Blues, Música latina e Funk.

“A versatilidade do repertório permite-nos chegar mais facilmente ao grande público”, admite João Martins, revelando que o trabalho discográfico retrata temas de autores como Carlos Paião, Jorge palma, Sting, George Michael, Frank Sinatra e Eric Clapton.

“O objectivo não foi criar uma obra de referência no mercado nacional, mas sim de referência na cultura de Vagos, porque nunca tinha sido feito nada do género”, explica, garantindo que a composição já atingiu um patamar de qualidade e experiência que lhe permite ‘dar este salto’. A orquestra chegou mesmo a gravar, no âmbito deste trabalho discográfico, um videoclip do tema “Fame”.

A Filarmónica vaguense mandou fazer um total de mil cópias do “Primeiro Take”, que custaram 2500 euros, suportados, na totalidade, pela câmara municipal. O CD poderá ser adquirido mediante o pagamento de 10 euros, durante as apresentações da Orquestra. Quem quiser poderá, ainda, tentar adquirir bilhete para a presentação de dia 4, já que a primeira sessão tem lotação esgotada.

Os bilhetes podem ser comprados, por 3 euros, em vários estabelecimentos comerciais da vila, nomeadamente, na Padaria Principal, Mano’s Café, Carlos Ribau-Móveis de Escritório e Fotoshop. Entretanto, sabe-se que a orquestra irá marcar presença, dia 2 de Outubro, no programa Praça da Alegria, da RTP1.*
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Blog: OPONTO «Jornal Regional»
Post: Dias 1 e 4 de Outubro no CER: Orquestra Ligeira apresenta 1º CD
Link: http://oponto.blog.pt/2125121/
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“Reproduzido com a devida autorização”

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Governo não vai receber oficialmente líder espiritual

Rádio Renascença
"Rádio «Rádio Renascença» Emissão de 08-09-2007"
SECÇÃO: Política
Dalai Lama

.......desloca-se novamente a Lisboa entre 12 e 16 de Setembro a convite de várias instituições, como a Casa da Cultura do Tibete, Fundação Kangyur Rinpoche, União Budista Portuguesa, Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa e Câmara Municipal de Lisboa.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Wikipédia, a enciclopédia livre.









Rádio Renascença









“
Reproduzido com a devida autorização”

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Apontamento Fotográfico

"Jornal «A GUARDA» - Edição de 28-06-2007"
SECÇÃO:
Apontamento fotográfico

apontamento... fotográficoapontamento... fotográfico

Na freguesia de São Miguel, a Rua do Repouso está em estado deplorável. Esta rua, que conduz ao cemitério, torna-se muito desagradável, nomeadamente nos dias em que há funerais. Os remendos, feitos com frequência, pela Junta de Freguesia, de pouco ou nada adiantam. O problema passa por um correcto escoamento de águas pluviosas e por criação de bermas bem feitas, ou, como deveria ser, pela colocação de passeios. De uma vez por todas já é tempo de resolver esta situação. (Foto enviada por leitor devidamente identificado).
“Reproduzido com a devida autorização”

Gutenberg e Gacon na Origem da Imprensa

Jornal «A GUARDA»
"Jornal «A GUARDA» - Edição de 28-06-2007"
SECÇÃO: Opinião

A Imprensa foi inventada porque os livros, que tinham de ser laboriosamente escritos à mão, não se produziam suficientemente depressa e a baixo custo.

Os primeiros impressores sabiam que havia uma grande procura de livros, mas que as pessoas gostavam daquilo que conheciam e não se fiavam em ideias novas. Assim, descobriam formas de dar às pessoas o tipo de livro que lhes era familiar, mas em maior quantidade.

Durante muitos séculos, o único modo de produzir um livro, era escrevê-lo à mão. As limitações eram óbvias, só se conseguia fazer um número muito reduzido de livros, eram necessários muitos copistas a trabalhar ao mesmo tempo e a copiar o mesmo texto. Assim tornou-se imperativo encontrar uma forma mais rápida e mais barata para satisfazer a crescente procura de livros, o que aconteceu com o tipo móvel.

O ourives alemão Johannes Gutenberg (c.1400 – c. 1468) é apontado como o inventor do tipo móvel, isto é, um conjunto completo de letras feitas de acordo com um determinado desenho. Tal aconteceu há cerca de 560 anos, embora a impressão tenha sido inventada há mais de mil anos no Extremo Oriente, na China ou na Coreia.

Os chineses imprimiam rolos e livros usando blocos de madeira com páginas inteiras de caracteres gravados neles. A grande novidade deu-se no séc. XV, na Europa, com a invenção do tipo móvel, que era uma única letra num pequeno bloco que era montada em palavras, linhas e páginas, podendo usar-se muitas vezes.

Uma das grandes vantagens dos tipos móveis é a correcção dos erros, uma vez que o impressor substitui uma letra por outra com toda a facilidade e sem se notar e a impressão em massa de livros.

Gutenberg experimentou o seu novo invento em folhas soltas, antes de imprimir o primeiro livro. Cerca de 1455, viria a produzir a primeira Bíblia impressa do mundo. Seria conhecida como a Bíblia de Gutenberg ou das 42 Linhas, por ter esse número de linhas por página. Imprimiram-se cerca de 170 exemplares, uns em pergaminho outros em papel. Trata-se de uma obra volumosa, em dois volumes e que terá levado vários anos a compor e imprimir. Ele quis que se assemelhasse o mais possível a uma Bíblia manuscrita.

Escolheu o tipo gótico da escrita manual alemã e decorou as páginas tal como os copistas faziam (os primeiros impressores pretendiam que os seus livros se assemelhassem aos belos manuscritos que as pessoas estavam habituadas a comprar). Este livro não tem indicação de data, do lugar de impressão ou da identidade do impressor.

Trabalharam simultaneamente na obra seis prelos e consumiu-se grandes quantidades de papel e de velino. Foi fruto de uma tipografia bem apetrechada de tipos e de todos os instrumentos essenciais, o que representou despesas avultadas para a época.

Com a conclusão (possivelmente por Johann Fust e Peter Schoeffer) da Bíblia de Gutenberg ou das 42 Linhas, a utilização da nova arte passou definitivamente de Gutenberg para a nova firma, de Johann Fust e Peter Schoeffer, de onde saiu a primeira edição do famoso Saltério*, que se distingue por ser o primeiro livro impresso datado e assinado. Com esta obra a imprensa sairia, por fim, do anonimato.

A notícia do êxito de Gutenberg espalhou-se rapidamente pela Europa. Em 1465 emergem em Veneza os tipos romanos, ou latinos. Com Nicolaus Jenson e Aldus Manutius estabelece- se um novo standard da impressão. No ano de Mil e Quinhentos, havia mil e cem tipografias no Velho Continente.

No nosso país, a primeira oficina de impressão terá aparecido em Faro, em 1487, e pertencia a Samuel Gacon. A ele se deve a edição do primeiro incunábulo** português, uma impressão do Pentateuco*** em hebraico, da qual existe apenas um original na British Library em Londres.

Este editor judeu concluiu o livro em 30 de Junho de 1487e teria recorrido a caracteres metálicos móveis, quadrados e elegantes. A tipografia hebraica portuguesa teve origem em Itália, sendo trazida de lá pelos judeus. Outros incunábulos foram provavelmente impressos em Portugal antes de 1487 (seriam as chamadas Obras de D. Pedro, a Imitação de Cristo e a Cartilha de D. Diogo Ortiz), mas não se conhece o seu rasto, pelo que se aceita a referida obra como a primeira a ser impressa no nosso país.

No séc. XIX, a prensa manual, que se tinha mantido durante séculos, é ultrapassada por máquinas de produção em massa.

Na história da cultura humana não há acontecimento que tenha a importância do invento da impressão com tipos móveis. O poder da influência da palavra impressa, para bem ou para mal, manifesta-se em todas as iniciativas e experiências humanas e proporciona a libertação do espírito da humanidade, da ignorância e da superstição.

* Livro litúrgico que contém os Salmos.
** Documento impresso mediante a utilização de caracteres móveis nos primórdios da tipografia, até 1500.
*** Os Cinco Livros de Moisés. São os primeiros da Bíblia, escritos em hebreu arcaico e considerados o fundamento da História de Israel.
* Técnico Superior de Biblioteca e Documentação
Por: António José Ramos de Oliveira
“Reproduzido com a devida autorização”

Hugo Chávez, Putin, e o Nosso Olhar Europeu

«Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.»«Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.»Europe 2008 Look
"Jornal «A GUARDA» - Edição de 28-06-2007"
SECÇÃO: Opinião

Numa entrevista à revista “Única”, do jornal “Expresso”, o Dr. Mário Soares, ao ser confrontado com uma visita à Venezuela, na qual conviveu de perto com Hugo Chávez, falou sobre este polémico político, dirigindo-lhe palavras de apreço.

Segundo o Dr. Soares, Hugo Chávez quer contribuir para fazer uma espécie de União Europeia na Ibero-América, no sentido de implementar o desenvolvimento sustentável da região, um projecto que acha na realidade muito ambicioso.

Disse ainda que o Presidente venezuelano lhe pareceu um homem de convicções, tendo como referência Simon Bolívar, e que pretende construir uma América Latina integrada e forte, livre do domínio norte-americano.

Numa outra intervenção política, esta do Primeiro-Ministro José Sócrates, aquando da sua visita à Rússia, o responsável português elogiou Putin, acrescentando que ninguém deve pretender dar lições de democracia àquele antigo e gigantesco país.

As palavras destes dois importantes homens da nossa vida pública, foram duramente criticadas por alguns dos nossos comentadores políticos, achando-as desajustadas, não condicentes com a realidade, e alguns adiantaram mesmo tratar-se apenas de uma clara cedência a uma “política de interesses”.

De facto, não sabemos até que ponto estas afirmações são mesmo sinceras e reflectem o que estes dois homens pensam e sentem, ou se apenas se tratam de afirmações “politicamente correctas”, ditas em momentos também “apropriados”. Todos sabemos como o mundo da política é muitas vezes falso, hipócrita, e extremamente movediço.

Colocando agora de lado os elogios a Chávez e Putin, e prestando atenção às opiniões dos nossos comentadores, não posso deixar de as sublinhar e criticar, pois quanto a mim, elas são sobretudo o reflexo de um olhar redutor e preconceituoso sobre o mundo, não percebendo ou não querendo perceber, ser o mundo humano um verdadeiro “mosaico” de gentes, de culturas, de tradições, de vivências, num constante e dinâmico processo, em busca do bem estar individual e colectivo.

Esta fixação do mundo ocidental na democracia representativa, sem sequer cuidar da sua qualidade, tomando-a como o modelo ideal de vida em comum, é um perfeito disparate, não levando em consideração a existência de outras experiências de vida, de outras condições, por vezes bem diferentes das nossas, e também não levando em linha de conta o factor tempo, circunstância determinante neste e noutros casos, pois cada país tem o seu particular percurso histórico, não falando já na sua posição geo-estratégica, o que também representa uma condicionante importante.

Os que tanto criticaram os elogios feitos a Putin e Chávez, acaso já pensaram que Portugal e Espanha chegaram à democracia apenas na década de setenta, quando os países mais desenvolvidos da Europa já viviam em democracia há um ror de anos?

Tudo tem o seu próprio ritmo, impor a democracia a ferro e fogo é um erro grosseiro, e muitas vezes tal desejo apenas encobre interesses egoístas por parte do mundo dito civilizado. A história recente está repleta de péssimos exemplos (Iraque, Palestina, Argélia, Chile, muitos países africanos, etc.).

Sem querer menosprezar a democracia formal instituída no mundo ocidental, reconhecendo indubitavelmente a sua essencial contribuição para a edificação de um mundo mais livre e justo, não se devem porém esconder as suas debilidades, muito menos o actual estado de coisas, no qual a democracia entretanto praticada está muito longe daqueles parâmetros considerados ideais, ou até mesmo satisfatórios.

De uma vez por todas, a civilização ocidental deve rever a sua posição face ao resto do mundo, pois não estamos sós, não somos o centro ou a única referência, nem sequer foi aqui que a saga humana teve início. Façamos o que fez Galileu e reconheçamos a realidade que nos rodeia.

A meu ver, os elogios prestados aos dois estadistas são justos e correspondem à verdade, verdade sempre relativa ao tempo presente e à vivência concreta daqueles dois países, que têm todo o direito de procurar por eles próprios os caminhos mais ajustados ao seu desenvolvimento.
Por: Telmo Cunha
“Reproduzido com a devida autorização”

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Sobredotados da Guarda Concorrem com “Bonecos de Neve”

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"Jornal «A GUARDA» - Edição de 28-06-2007"
SECÇÃO: Geral
Snowbot - The Robot Snowman
No Mundial de Robótica em Atlanta

Pelo segundo ano consecutivo o Pólo da Guarda da Associação Portuguesa das Crianças Sobredotadas (A.P.C.S.), vai marcar presença no Mundial de Robótica que, de 1 a 7 Julho, vai decorrer em Atlanta.

No palco maior das Competições de Robótica, o Pólo da Guarda da A.P.C.S. vai apresentar 2 Robots – Bonecos de Neve – que irão protagonizar uma interacção com duas meninas (com 6 anos de idade), ao som de alguns acordes de violino (interpretado ao vivo, por uma jovem de 14 anos) e música original de autoria de Victor Afonso.

Uma outra particularidade consiste no facto de o formador e principal responsável pela concepção, construção e programação dos robots, ser um jovem de 19 anos, da cidade.

O clima, os costumes e as tradições ancestrais da região da Guarda, irão, deste modo, ser divulgados aos representantes de 33 Países, dos quatro continentes, num salutar e enriquecedor intercâmbio multicultural.

Será também uma oportunidade para se tomar contacto com o que de mais avançado existe no domínio da tecnologia e da automação, uma vez que no ROBOCUP estarão presentes os ‘topos de gama’ mundiais da investigação científica, seja ao nível do ensino, seja ao nível empresarial.

Para participar neste Mundial, o Pólo da Guarda da A.P.C.S ainda não conseguiu a totalidade das receitas necessárias ao pagamento dos custos da viagem. Os apoios recebidos, não só da Guarda, mas também de outras zonas do País, são vistos como um significativo reconhecimento do papel que o Pólo vem desempenhando no avanço da divulgação científica, da robótica e da tecnologia.
“Reproduzido com a devida autorização”

Almeida Acolhe Acampamento da Juventude

Jornal «A GUARDA»
"Jornal «A GUARDA» - Edição de 28-06-2007"
SECÇÃO: Geral

Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda

A direcção da Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda (FBDG), decidiu na última reunião plenária, que teve lugar na sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almeida, realizar naquele concelho o XIII Acampamento da Juventude, nos dias 30 e 31 de Agosto e 1 e 2 de Setembro.


“A razão principal desta reunião em Almeida foi a realização do Acampamento da Juventude, que, assinalando os 75º. Aniversário dos Bombeiros locais, vai permitir aos nossos jovens uma jornada de formação incentivação e, particularmente de iniciação à disciplina e ao voluntariado”, refere em comunicado o presidente da FBDG, Madeira Grilo.

Na reunião, ficou acordado com a Direcção e o Comando dos Bombeiros Voluntários de Almeida que o lugar escolhido “era aceitável e reunia as condições necessárias para estacionamento dos jovens”, refere a mesma nota.

Na mesma reunião, Madeira Grilo, lembrou de novo o compromisso firmado com os associados na construção da sede social da Federação “um património de todas as Associações e Corpos de Bombeiros”. Foi referido que “uma das formas de arranque será avançar com um Sorteio Monumental e procurar apoios não só Estatais como de verbas comunitárias”.
“Reproduzido com a devida autorização”

Jornalistas Estrangeiros Defendem Maior Divulgação do Património do Vale do Côa

Jornal «A GUARDA»
"Jornal «A GUARDA» - Edição de 28-06-2007"
SECÇÃO: Reportagem


Vila Nova de Foz Côa

Jornal «A GUARDA»Grupo de jornalistas estrangeiros visitou Parque Arqueológico do Vale do Côa

Um grupo de jornalistas estrangeiros, que nos dias 20 e 21 de Junho visitou o concelho de Vila Nova de Foz Côa e o Parque Arqueológico local, considerou que as gravuras rupestres, classificadas pela UNESCO como Património Mundial em Dezembro de 1998, necessitam de uma maior divulgação.

Cerca de uma dezena de profissionais da Associação da Imprensa Estrangeira, sedeada em Lisboa, esteve na região a convite da Comissão Evocativa do Equinócio e do Solstício, que no dia 21, quinta-feira, organizou mais uma Festa do Solstício, no sítio dos Tambores, nos arredores da freguesia de Chãs.

Na visita participaram jornalistas que representam agências internacionais, jornais e rádios de países como Brasil, Espanha, França e Rússia, Dinamarca, que tiveram oportunidade de conhecer as potencialidades turísticas, culturais e patrimoniais do concelho de Foz Côa.

O objectivo da iniciativa, segundo Jorge Trabulo Marques, da organização, foi promover a região junto dos jornalistas estrangeiros, para que possam fazer a sua promoção nos respectivos países.

O ponto alto da visita foi a deslocação ao Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), mais concretamente ao sítio arqueológico da Ribeira dos Piscos, onde o grupo, acompanhado por três guias, fez um longo percurso a pé e apreciou quatro painéis de gravuras do paleolítico.

“Já escrevi sobre as gravuras de Foz Côa, mas nunca estive cá”, disse Eva Birgitte Hennignse, jornalista da Rádio Estatal Dinamarquesa. “É lindo”, observou, apontando que a decisão tomada pelo Governo de António Guterres em 1995, que optou pela suspensão da barragem e pela defesa das gravuras “do ponto de vista cultural e ambiental, foi a melhor opção”.

A jornalista lamentou, contudo, que a região de Foz Côa e do Vale do Côa, que possuem enormes potencialidades culturais, tenham “uma fraca dinâmica”. “Na Dinamarca, a dinamização económica do local era mais rápida”, considerou, exortando as entidades competentes a uma maior aposta na divulgação do património.

Faz falta uma grande campanha de divulgação no estrangeiro

Também a repórter Bélem Rodrigo, do jornal ABC espanhol, impressionada com a beleza do local, considerou que era importante “divulgar ainda mais a região no estrangeiro”.

“Em Espanha, quando há uma promoção de Portugal, não se fala nas gravuras”, denunciou, salientando que o turista espanhol “sabe o que é Lisboa e Porto, as praias do Algarve, mas não conhece isto”. “Faz falta uma grande campanha promocional desta região”, defendeu.

“Se fosse em França, as pessoas mobilizavam-se mais na defesa do seu património”, frisou a jornalista Marie-Line Darcy, da Rádio France Internacional. “Os governos deviam estar mais atentos a Foz Côa”, considerou, dando o exemplo no atraso, em cerca de uma década, das obras do futuro Museu do Côa, que só começou a ser construído em finais de 2006.

Vitaly Mirny que escreve para o jornal do Parlamento Russo, considerou que com a preservação das gravuras “ganhou Portugal e o Mundo, tendo em conta a importância da descoberta”, enquanto que Ana Rojas, fotojornalista do jornal Folha de S. Paulo (Brasil) declarou ao Jornal A Guarda, durante a visita ao PAVC, que “esperava uma coisa maior”.

Durante a estadia no Parque, Paulo Amorim, fotojornalista da Agência Estado (Brasil), não largou a máquina fotográfica e cuidou de registar todos os momentos da visita.

Referiu que achou a cidade de Vila Nova de Foz Côa “um pouco pacata”, mas espera que, a breve prazo, o cenário mude e a região “rentabilize devidamente as gravuras e todo o património existente”.

“Quem não conhece não sabe o que perde”

“Não podemos ir muito depressa”, considerou Pedro Soares, da American ImagePress, ao comentar o fraco desenvolvimento da região apontado pelos colegas.

“Não podemos ter aqui turismo de massa, é necessário reflectir sobre as potencialidades que temos e avançar para o concreto. É preciso divulgar, promover e dizer que quem não conhece, não sabe o que perde”, afirmou.

Para Jorge Trabulo Marques, em Portugal não há património tão valioso como o do Vale do Côa: “Isto que é a primeira maravilha de Portugal. Andam para ai a falar de maravilhas, mas a maior maravilha que temos, são estas gravuras com 20 mil anos de História”.
O actor João Castro, que também integrava a comitiva, imitou o historiador José Hermano Saraiva, para afirmar ao Jornal A Guarda que Portugal “tem a grandeza de ter este insigne património que deve dar a conhecer ao Mundo”.
“Reproduzido com a devida autorização”
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Notícia Relacionada:

SECÇÃO: Reportagem
Presidente da Câmara de Foz Côa enaltece visita

A visita dos jornalistas mereceu o elogio do Presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa, Emílio Mesquita, considerou que a presença de jornalistas estrangeiros no seu concelho, é sempre positiva, pelo facto de poderem divulgar as potencialidades locais pelo Mundo.

“O concelho de Foz Côa já é sobejamente conhecido pelo seu património, sobretudo pelas gravuras, mas há outras coisas para além das gravuras e da arqueologia”, frisou o autarca, exemplificando com as potencialidades naturais e gastronómicas.

“Esta visita faz-se a pretexto das pedras de Chãs, que parecem estar no alinhamento dos astros, designadamente o solstício e o equinócio, mas Foz Côa tem que continuar a apostar em dar-se a conhecer, porque o futuro do concelho passa pela atracção de pessoas”, adiantou.

Para Emílio Mesquita, o turismo é fundamental para o desenvolvimento da região, admitindo que “aquilo que tem faltado é criar condições para sermos visitados, é promover o concelho e os nosso produtos”.

“Temos um pouco de tudo o que é bom e é apreciado pelos turistas, seja em termos de gastronomia ou de património cultural”, frisou.

Salientou ainda que o concelho de Foz Côa “é um concelho que vale a pena visitar e de onde as pessoas podem sair satisfeitas pelas visitas e pelo contacto com a natureza”.

“Que apreciem e reconheçam o valor que estas coisas têm e possam transmitir essa mensagem para os quatro cantos do mundo”, desejou o autarca Emílio Mesquita em relação à deslocação dos jornalistas estrangeiros.

Os convidados, para além do Parque Arqueológico do Vale do Côa, visitaram o Circuito Cultural de Freixo de Numão e a Quinta da Ervamoira, onde existe um museu dedicado ao património natural do Douro Superior e à produção do vinho do Porto.
“Reproduzido com a devida autorização”

sábado, 7 de julho de 2007

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Jornal «O Interior» - Edição 933, de 05-07-2007Jornal «O Interior»

SECÇÃO: Cartoon

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Jornal «O Interior»Notícia Relacionada: Ar puro dá primeiro lugar à Guarda
“Reproduzido com a devida autorização”

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Jornal «O Interior» - Edição 932, de 28-06-2007Jornal «O Interior»

SECÇÃO: Cartoon

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Jornal «O Interior»Notícia Relacionada: Tribunal sem contemplações para Júlio Santos
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Reproduzido com a devida autorização”

sexta-feira, 6 de julho de 2007

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Jornal «O Interior» - Edição 931, de 21-06-2007Jornal «O Interior»

SECÇÃO: Cartoon

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“Reproduzido com a devida autorização”

domingo, 1 de julho de 2007

«O Maratona é Uma Hipótese, Como Podem Ser Clubes Estrangeiros»

Inês Monteiro (ATLETAS.NET - O portal do atletismo)
Foto: www.atletas.net
Jornal «O Interior»Jornal «O Interior» - Edição 298, de 15-11-2005
SECÇÃO: Cara a Cara

Cara a Cara - Entrevista


Inês Monteiro


P – Quais os principais objectivos para a próxima época de atletismo que está prestes a começar?
R – Os objectivos são ir ao Campeonato da Europa de Corta-Mato em Dezembro, ao Campeonato do Mundo em Março e depois aos Campeonato da Europa de pista em Agosto. No Europeu de corta-mato será só uma prova. No Mundial pretendo integrar a equipa mais forte e no Campeonato da Europa de pista terei que fazer os 3.000 metros obstáculos, prova na qual entrei para a preparação olímpica e ficarei por aí, porque o calendário não me vai permitir dobrar noutra distância.



P – Portanto não vai correr os 5.000 metros por enquanto?
R – Se correr os 3.000 metros obstáculos, os 5.000 ficam fora de hipótese porque não dá para correr duas provas no mesmo dia.



P – Correm rumores de que poderá mudar de clube. A próxima época está a ser preparada para correr por que equipa?
R – Qualquer que seja o meu próximo clube, terei sempre que lutar sempre pelos objectivos da equipa que irei representar. Se mudar de clube, os objectivos começam provavelmente mais cedo. Mas de qualquer modo, seja em que clube for, o primeiro objectivo é já o Nacional de Estrada em Outubro.



P – Já são cinco anos no JOMA. Preferia sair para um clube mais aliciante e mais forte?
R – Eu sinto-me bem no JOMA e se não ficar é porque, infelizmente, não têm capacidades financeiras para me manterem. O clube tem vindo anualmente a sofrer cortes no orçamento e se não ficar é apenas por isso. Tenho muita consideração pelo presidente do JOMA e vamos ter que conversar. Se ele não conseguir forma de eu poder ficar, nessa altura sairei, mas vou regressar assim que o JOMA tiver condições financeiras.



P – Entre os clubes que poderão ser uma hipótese, caso saia do JOMA, está o Maratona?
R – O Maratona pode ser uma dessas possibilidades, como podem ser clubes estrangeiros. Ainda está tudo indefinido.



P – Se mudar de clube, vai continuar a treinar na Guarda ou implica ter que ir para outro local?
R – Não. Uma das condições que eu ponho nas conversações com os clubes, seja qual for, é continuar na Guarda porque é cá que tenho a minha vida, o meu emprego e é cá que estou a tirar o meu curso. Portanto, vá para onde for, continuo a treinar na Guarda.



P – É uma das atletas portuguesas que recorre à quiroprática. É um método importante no combate às lesões?
R – Sim. Por acaso, sou ajustada regularmente na quiroprática e agradeço ao doutor António Alves porque tive uma lesão e ele ajudou-me bastante a recuperar. A partir daí tenho ido praticamente todos os dias. Parei neste período de férias, mas já comecei a treinar e agora vou uma ou duas vezes por dia, as vezes que o doutor entender serem necessárias.
“Reproduzido com a devida autorização”

terça-feira, 26 de junho de 2007

Inês Monteiro terceira no Crosse de Torres Vedras

Inês Monteiro (ATLETAS.NET - O portal do atletismo)
Foto: www.atletas.net
Jornal «O Interior»Jornal «O Interior» - Edição 204, de 27-11-2003
SECÇÃO: Desporto

Atleta guardense foi a melhor portuguesa e garantiu um lugar na selecção para o Europeu de Crosse

Inês Monteiro, do JOMA, foi a terceira classificada no Crosse de Torres Vedras, prova disputada no último domingo e que é uma referência para a constituição das selecções nacionais para o Europeu da especialidade, que vai ter lugar a 14 de Dezembro em Edimburgo (Escócia).

Com esta classificação, a jovem guardense foi a melhor atleta nacional, garantindo um lugar na selecção que vai correr em terras britânicas. Desde os primeiros metros que a queniana Salina Kosgei e a húngara Aniko Kalovics dominaram a corrida, enquanto Monteiro e Anália Rosa "aqueceram" a corrida das portuguesas, tendo chegado lado a lado à entrada para a última volta, mas na subida a corredora do Sporting de Braga "estoirou".

No final da corrida, Inês Monteiro salientou a influência de António Alves e da quiroprática, uma medicina alternativa, na obtenção deste bom resultado: «Tinha uma dor horrível na virilha, não podia subir nem descer escadas.

Fiz algumas sessões de quiroprática com o doutor Alves e foi uma bênção. Não há medicamentos, não há nada a não ser o toque das suas mãos ao longo das vértebras. É uma espécie de endireita, mais moderno e com formação.

É uma medicina alternativa mas que é reconhecida pelos seus casos positivos. Se for ao Europeu de Edimburgo devo-o a ele», explicou.

Inês Monteiro afirmou ainda que gostava de melhorar o sétimo lugar no Europeu de há dois anos. A prova masculina foi ganha pelo queniano David Kilel, enquanto que Hélder Ornelas, em quarto, foi o melhor português.
“Reproduzido com a devida autorização”

Artista do Sabugal na Galeria de Arte do Casino do Estoril

Jornal «A GUARDA»"Jornal «A GUARDA» - Edição de 21-06-2007"
SECÇÃO: Geral

Helena Liz apresenta “O Jardim da Memória Involuntária”

“O Jardim da Memória Involuntária” é o tema da exposição de pintura, de Helena Liz, que foi inaugurada no dia 16 de Junho, na Galeria de Arte do Casino do Estoril. Esta exposição ficará patente ao público até 11 de Julho, todos os dias, das 15.00 às 24.00 horas.

Helena Liz nasceu no Sabugal e reside, desde 1970, em Madrid. Na capital espanhola estudou pintura no IADE, sob a orientação do pintor Salvador Vitória, o que lhe facilitou o contacto com Amália Avia e Lúcio Muñoz e outros grandes nomes da Pintura Espanhola, que lhe proporcionaram um acesso rápido ao mundo artístico madrileno.

Do seu currículo consta a participação em 37 exposições colectivas e a realização de 28 individuais em importantes galerias espanholas e portuguesas, a primeira das quais, em Portugal, teve lugar, em Outubro de 1980, na Galeria de Arte do Casino do Estoril.

Foi com uma exposição individual de Helena Liz que se inaugurou, em Sintra, o Centro Cultural Olga Cadaval e, em Salamanca, o Museu do Molino Casino de Tormes.

Altamente significativo é o facto de exposições desta artista terem merecido textos de Wifredo Rincon Garcia e José Castro Arines, membros da AICA de Espanha, como também de Agustina Bessa Luís, Luís de Pina, Eduardo Sotillos, Helena Pimenta, João de Melo e outros autores.

Tendo iniciado a sua carreira dentro de uma linha abstraccionista, Helena Liz evoluiu depois para uma linguagem neofigurativa, em que a sua actual pintura ainda se situa, com uma temática muito pessoal de registos de imagens e de cores recolhidas em vivências passadas do seu “jardim da memória involuntária”.
“Reproduzido com a devida autorização”

Apontamento Fotográfico

"Jornal «A GUARDA» - Edição de 21-06-2007"
SECÇÃO:
Apontamento fotográfico

apontamento... fotográfico

apontamento... fotográficoNo âmbito do projecto Rotas Natura, a Câmara Municipal da Guarda criou um percurso pedestre, com um total de 11,5 quilómetros, que começa junto do Chafariz da Dorna e termina na Quinta da Maúnça, nas proximidades da cidade. Com o tempo a convidar ao passeio, fica a sugestão para quem gosta de apreciar as belezas naturais da região. Uma iniciativa que a autarquia deve estender a outros pontos do concelho, onde há inúmeras maravilhas patrimoniais e ambientais para conhecer e divulgar.
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Pedro Cardoso Venceu Grande Prémio Internacional CTT Correios

Jornal «A GUARDA»"Jornal «A GUARDA» - Edição de 21-06-2007"
SECÇÃO: Desporto

André Vital foi primeiro na Serra da Estrela

Pedro Cardoso venceu o VIII Grande Prémio Internacional CTT Correios (Camisola Amarela Via CTT). O ciclista da LA/MSS fez o segundo lugar na chegada a Águeda, cenário final da derradeira etapa da competição.

O ciclista, natural de Barcelos, quase nunca acreditou que podia chegar à vitória uma vez que partiu com 38 segundos de desvantagem. André Vital (Madeinox/Bric/Loulé), camisola amarela à partida de Viseu, fez o quarto posto na etapa perdendo a liderança apesar de terminar na classificação geral final exactamente com o mesmo tempo de Pedro Cardoso.

No comparativo das melhores prestações em cada etapa e contabilizado o número de pontos, Cardoso foi declarado vencedor.


Na última etapa, com um total de 156,9 km, o triunfo foi de José Azevedo que se estreou a ganhar com o símbolo do Benfica ao peito.

Azevedo terminou com o mesmo tempo de Pedro Cardoso. Cinco segundos mais tarde, chegou Tiago Machado (Riberalves/Boavista), um dos homens mais combativos do dia, chegado depois um primeiro grupo do pelotão.

Na consagração dos vencedores, em Águeda, subiram ainda ao pódium, Vítor Rodrigues, líder da Juventude (Camisola Laranja Correio Urgente EMS) e Tyler Farrar (Cofidis) o melhor na classificação por pontos (Camisola Correio Verde). Por equipas saiu vencedora nesta oitava edição do GP Internacional CTT Correios a LA/MSS. Na subida ao alto da Torre, que antecedeu a última etapa, André Vital chegou em primeiro.

Envolvido num denso manto de nevoeiro com vento forte e chuva torrencial, o ciclista da Madeinox/Bric/Loulé destacou-se nos metros finais e cruzou a linha de meta com 3 segundos de vantagem à frente de Eladio Jimenez (Karpin/Galicia) e Xavier Tondo (LA/MSS).

À medida que os corredores começaram a deixar Seia, a caminho da Torre, pioravam as condições climatéricas não havendo memória de uma chegada igual nos últimos anos.

Minutos antes da chegada dos primeiros ciclistas à meta, o vento forte derrubou o pórtico de chegada diminuindo ainda mais a visibilidade do local da meta.

O triunfo de André Vital e o mau tempo foram as notas mais significativas da competição. Sendo a tirada mais curta foi, com toda a certeza, a mais difícil que o pelotão enfrentou. Os ciclistas saíram de Aveiro, às 11.00 horas, com o sol escondido entre um verdadeiro manto de nuvens negras que ameaçava o pior.

No pelotão, os 130 corredores, que iniciaram a terceira etapa, estavam munidos com corta ventos e capas de chuva que seriam muito úteis ao longo do dia.

As próximas organizações da PAD/Lagos Sport são os Campeonatos Nacionais (Elites e Sub 23), agendados para o fim-de-semana de 30 de Junho e 1 de Julho em Castelo de Vide.
“Reproduzido com a devida autorização”
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CICLONATUR ligou Bragança a Sagres
Jornal «A GUARDA»Prova passou nos Foios

No dia 12 de Junho, 50 ciclistas passaram na freguesia de Foios, concelho do Sabugal, no âmbito da CICLONATUR, uma prova patrocinada pela marca de GPS – GARMIN.

De acordo com a organização esta é a quinta edição de um evento que sempre passou pelo concelho de Sabugal.

Esta prova tem a duração de uma semana, com início em Bragança e final em Sagres. Percorre o país de norte a sul, pelos caminhos do interior. De realçar que participaram atletas dos Estados Unidos, Inglaterra, África do Sul, Espanha, Bélgica, Holanda e Portugal. A etapa, que passou na localidade de Foios, ligou Alfaiates ao Ladoeiro.

Para José Manuel Campos, Presidente da Junta de Freguesia de Foios, “o Interior é cada vez mais reconhecido pelos amantes da natureza pelo que é urgente e necessário que os nossos governantes se lembrem de que existimos de verdade”. No entender do autarca “faltam as casas de turismo rural, parques de merendas, praias fluviais e outras estruturas”.

E adianta: “falo muitas vezes com os alcaldes vizinhos e lá me vão dando conta das ajudas que o poder central e regional lhes presta para a criação desses equipamentos”.
“Reproduzido com a devida autorização”
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Raid Lisboa-Soito em bicicleta
BTTJornal «A GUARDA»

De 7 e 10 de Junho teve lugar a primeira edição do raid Lisboa-Soito em bicicleta. Este projecto ganhou forma há um ano com a união de esforços de um grupo de amigos que começou a programar o evento.

Trata-se de um projecto levado a cabo por dez pessoas, oito a pedalar e duas no carro de apoio.

No total foram percorridos 327 km em 15.40 horas, ou seja numa média de cerca de 21 km/h. Houve um grande desempenho atlético por parte de Nuno Martins, Manuel Meirinho, Hugo, António, Artur Emídio, Mário Emídio (que veio propositadamente da Suíça), Luís Emídio, Álvaro Conceição, Nuno Silva e José Nicolau.

Esta primeira edição foi um teste de resistência onde esteve presente o convívio e a confraternização.
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Inscrições abertas para “BMW X Experience / Serra da Estrela 2007”
Evento está programado para Outubro
Jornal «A GUARDA»
Há paisagens extraordinárias e locais únicos onde as encontrar. O BMW X Experience / Serra da Estrela 2007 é uma aventura preparada pelo Clube Escape Livre na montanha mais alta de Portugal onde, a cada caminho percorrido, se celebra a diversidade ambiental e paisagística. O cenário ideal para novos momentos inesquecíveis ao volante dos BMW X3 e X5.

Após o êxito da edição de 2006 o BMW X Experience regressa ao fora de estrada no fim-de-semana de 12 a 14 de Outubro e liga a zona histórica da cidade da Guarda, a 1056 metros de altitude, à Torre, a 2000 metros. O trajecto, cuidadosamente escolhido, vai permitir a evolução dos modelos X3 e X5 da BMW em segurança e simultaneamente mostrar um importante património histórico e paisagístico.

Na sexta-feira dia 12 de Outubro o Hotel Lusitânia Parque na cidade mais alta recebe os participantes, que antes do jantar de boas vindas podem fazer uma visita guiada ao Centro Histórico. As luzes da cidade estarão em destaque ao longo da pequena etapa nocturna.

No Sábado, um sobe e desce continuo ao longo da Serra vai encantar os participantes que antes do almoço e visita ao Museu do Pão terão tido já oportunidade de atravessar a vau o Rio Mondego, passar pelo Castelo de Linhares e Cabeça do Faraó ou visitar o Observatório de Meteorologia e o Centro de Interpretação da Serra da Estrela.

Da parte da tarde passagem junto de uma das primeiras centrais hidroeléctricas do País, paragem no Sabugueiro, a aldeia mais alta de Portugal, um passeio na cadeira de tele-ski da Torre e visita ao Centro de Limpeza de Neve. O jantar e o alojamento estão marcados para o Hotel Serra da Estrela, nas Penhas da Saúde.

No Domingo, a última etapa reserva aos participantes uma inesquecível “vista aérea” sobre a Cova da Beira e a subida e descida de vários corta-fogos onde as capacidades tecnológicas e dinâmicas dos BMW vão ser postas à prova.

Oportunidade excepcional de convívio entre quantos comungam do prazer do todo terreno turístico e de lazer ao volante dos 4x4 da BMW, o BMW X Exerience / Serra da Estrela 2007 tem já as inscrições abertas e pelo preço de 425 euros inclui duas noites em Hotel de 4 estrelas, 4 refeições, seguro e cartão de praticante da FPTT, DVD do passeio, Troféu Spal e visitas programadas.

Para inscrições ou informações pode contactar o Clube Escape Livre através do telefone: 271 205 285, Fax: 271 205 289 email escapelivre@netvisao.pt e ainda qualquer concessionário BMW. Em www.escapelivre.com são periodicamente actualizadas informações sobre este evento.

O BMW X Experience tem o patrocínio da BMW Portugal, o apoio do Governo Civil da Guarda, das Câmaras Municipais da Guarda, Seia e Covilhã e a colaboração da Castrol, Spal, Camel Active, Auto Hoje, RFM e Todo Terreno.
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Associação de Artes Marciais da Guarda, promove Estágio/Formação e pré-exames
Centro Artes Marciais da GuardaJornal «A GUARDA»

Decorreu no dia 17 de Junho, na Cidade da Guarda, um estágio/formação de Karate, ministrado pelo Director Técnico da Associação, Mestre César Olival, com o apoio dos seus assistentes, Eduardo Rafael, Pedro Veloso, Sandra Olival e Jorge Sequeira, seguido de pré-exames.

Estiveram presentes cerca de uma centena de atletas dos diversos Clubes da Associação, com o objectivo de melhorarem e de se submeterem a uma pré-avaliação dos seus conhecimentos.

Os pré-exames, foram adoptados, esta época desportiva, pela Associação e têm por objectivo, avaliar e identificar numa primeira fase, quais os praticantes que estão aptos a se submeterem à Avaliação final para passagem de graduação.

Com esta iniciativa, o Centro de Artes Marciais da Guarda pretende criar junto dos alunos e dos pais uma maior sensibilidade e melhor preparação técnica, para aumentar e melhorar a qualidade de execução do aluno, criando assim uma maior responsabilidade aos olhos dos praticantes e dos seus familiares.
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